A minha homenagem aos que nesse projecto mostraram a capacidade do génio humano.
Fica o link para o site oficial desta efeméride: http://www.nasa.gov/mission_pages/apollo/40th/index.html


Ao longo de 40 anos de trabalho, a bailarina e coreógrafa Pina Bausch (1940-2009) revolucionou o mundo da dança. Há até quem diga que as suas criações não eram dança, mas teatro-dança. Os bailarinos em cena não dançam. Correm. Gritam e riem, contam piadas. Alguém derrama água e joga terra no chão do palco. Talvez até cresça relva ali. Piruetas velozes e pernas esticadas para o alto são coisas inexistentes nas suas encenações. Mas seres humanos – pessoas vivas com medos, amor, tristeza e fúria. "O que me interessa não é como as pessoas se movem, mas sim o que as move”, refere Pina Bausch a propósito de seu trabalho.
Pina Bausch
A dança da emoção
Cafe Müller
«Descoberta flauta em osso de grifo que é o instrumento musical mais antigo», noticia o jornal Público. Pode ler-se ainda:
Um ideal, um princípio orientador para a nossa vida. Que seja grande para engrandecer a nossa vida, tão grande quanto deverá ser a nossa aspiração. Que nem nos caiba no peito, que siga à nossa frente para nos iluminar o caminho.
Por ocasião do meu primeiro concerto pedi ao meu amigo Óscar Possacos (pintor e poeta) uma frase que ajudasse o público a recordar este concerto para lá das portas da sala. Então resolvemos colocar dentro de um envelope o programa, um poema e uma pena perfumada (todos ficaram intrigados com a pena!). À saída estava um enorme cavalete de pintura com a frase que desvendava o mistério: "Volta sempre com um pássaro no rosto e deixa sempre uma pena como quem não quer ir embora".
Hoje, Dia Mundial do Ambiente, tem estreia mundial o filme “Home – O Mundo É a Nossa Casa”, do fotógrafo francês Yann Arthus-Bertand.