Mostrar mensagens com a etiqueta Efemérides. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Efemérides. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O portugal futuro



O portugal futuro é um país
aonde o puro pássaro é possível
e sobre o leito negro do asfalto da estrada
as profundas crianças desenharão a giz
esse peixe da infância que vem na enxurrada
e me parece que se chama sável
Mas desenhem elas o que desenharem
é essa a forma do meu país
e chamem elas o que lhe chamarem
portugal será e lá serei feliz
Poderá ser pequeno como este
ter a oeste o mar e a espanha a leste
tudo nele será novo desde os ramos à raiz
À sombra dos plátanos as crianças dançarão
e na avenida que houver à beira-mar
pode o tempo mudar será verão
Gostaria de ouvir as horas do relógio da matriz
mas isso era o passado e podia ser duro
edificar sobre ele o portugal futuro

(1933-1978)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Cantata Viva


Faz hoje 15 anos que arrancou o Cantata Viva, o coro que dirijo.
Começou como um coral juvenil...
Hoje... somos todos ainda mais jovens! Haja espírito!

No IX Encontro de Coros, Silves (8/10/2008):

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Meu amor, meu amor


As Palavras das Cantigas (anotações do autor)



















Meu amor meu amor
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.
Meu limão de amargura meu punhal a escrever
nós parámos o tempo não sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.
Meu amor meu amor
meu nó e sofrimento
minha mó de ternura
minha nau de tormento
este mar não tem cura este céu não tem ar
nós parámos o vento não sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.

Ary dos Santos (1937-1984)
in As Palavras das Cantigas

Ary dos Santos, falecido há 25 anos, faria hoje 72 anos.
Assinalo esta efeméride com um poema que Alan Oulman tão bem musicou.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Direitos da Criança

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança.
Faz hoje 20 anos (ver Unicef).
É com as crianças e os jovens que trabalho no meu dia-a-dia, é a elas que transmito tudo quanto sei, da música e da vida.
Sinto a forma sincera e incondicional com que se confiam a mim e em mim, sei da responsabilidade de cada palavra ou gesto meu. E do respeito que lhes devo. Por isso, de forma paternal, a elas entrego o meu conhecimento e a minha amizade. Cada aluno sabe que teve/tem/terá em mim mais do que o professor. Confio a cada um a minha arte, e uma grande parte da minha vida.

E porque tenho lido muito de Eugénio de Andrade, aqui deixo um dos seus textos que lhes dedico neste dia:

Em Louvor das Crianças

«Se há na terra um reino que nos seja familiar e ao mesmo tempo estranho, fechado nos seus limites e simultâneamente sem fronteiras, esse reino é o da infância. A esse país inocente, donde se é expulso sempre demasiado cedo, apenas se regressa em momentos privilegiados — a tais regressos se chama, às vezes, poesia. Essa espécie de terra mítica é habitada por seres de uma tão grande formosura que os anjos tiveram neles o seu modelo, e foi às crianças, como todos sabem pelos evangelhos, que foi prometido o Paraíso. A sedução das crianças provém, antes de mais, da sua proximidade com os animais — a sua relação com o mundo não é a da utilidade, mas a do prazer. Elas não conhecem ainda os dois grandes inimigos da alma, que são, como disse Saint-Exupéry, o dinheiro e a vaidade. Estas frágeis criaturas, as únicas desde a origem destinadas à imortalidade, são também as mais vulneráveis — elas têm o peito aberto às maravilhas do mundo, mas estão sem defesa para a bestialidade humana que, apesar de tanta tecnologia de ponta, não diminui nem se extingue. O sofrimento de uma criança é de uma ordem tão monstruosa que, frequentemente, é usado como argumento para a negação da bondade divina. Não, não há salvação para quem faça sofrer uma criança, que isto se grave indelevelmente nos vossos espíritos. O simples facto de consentirmos que milhões e milhões de crianças padeçam fome, e reguem com as suas lágrimas a terra onde terão ainda de lutar um dia pela justiça e pela liberdade, prova bem que não somos filhos de Deus.» (1)
in Rosto Precário

(1) - Nota do bloguista: filhos de Deus somos... ainda que tantas vezes não o pareçamos, e tanto tempo demoremos a aprender tal.
Miserere mei, Deus: secundum magnam misericordiam tuam.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Escutas em Belém

Neste Dia Mundial da Música proponho escutar música! E se a quiserem escutar em Belém, ao vivo e com entrada livre, proponho o programa do Museu da Presidência da República a propósito do seu 5º aniversário! Hoje teremos Maria João e Mário Laginha, e a Escola de Jazz do Hot Clube!

Mais a norte, a Casa da Música terá palcos itinerantes pelas ruas do Porto, em autocarros, envolvendo cerca de 150 músicos!

E já agora, abra essa garrafa e brindemos a este dia!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ano Internacional da Astronomia

Comemoram-se hoje os 400 anos da apresentação do telescópio de Galileu (precisamente a 25 de Agosto de 1609) - muitos já se terão apercebido disso pelo evocativo logótipo do Google. Por tal efeméride, foi decretado o ano 2009 Ano Internacional da Astronomia. Recomendo uma visita ao site http://www.astronomia2009.org/, da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Astronomia.
Destaco esta data com o enorme gosto em divulgar uma ciência que é também praticada por muitos amadores em todo o mundo, e que eu muito aprecio desde criança.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O que estou a ouvir

Sketches Of Spain (1959), de Miles Davis é um dos quatro álbuns orquestrais resultantes da colaboração com o compositor-arranjador Gil Evans. Obra magistral, Sketches foi o primeiro projecto de Miles pós “Kind of Blue”, e parece influenciado por todo o carácter modal revelado na interpretação do Adagio de "Concierto de Aranjuez" (Joaquín Rodrigo). A edição que aqui destaco, apresenta o histórico álbum original acrescentado por faixas extra, ilustrando como a sinergia Miles-Evans é desenvolvida. "The Maids de Cádiz" (do álbum "Miles Ahead", 1957) é o primeiro exemplo de Gil Evans adaptando uma composição de origem espanhola para uma colaboração orquestral com Miles. A gravação ao vivo do "Concierto de Aranjuez", o único que foi dado desta obra, teve lugar no Carnegie Hall, em 1961, é-nos aqui oferecido como uma raridade de elevado valor, da interpretação desta peça central do álbum. "Teo", (do álbum “Someday My Prince Will Come”, de 1961) é uma pequena peça dedicada ao Produtor Teo Macero. "Solea" é a outra jóia do álbum original, com sua paleta orquestral que é, numa palavra, sublime.
Nos 50 anos da gravação de Sketches Of Spain, uma reedição a não perder desta obra prima do Jazz. As notas desta edição de 2009 são escritas pelo compositor Gunther Schuller (n. 1925), que muito valor deu ao Jazz nas suas composições musicais, e nos livros que escreveu.
(Fonte: Amazon)

Pode ouvir-se Concierto de Aranjuez AQUI (1ª parte) e AQUI (2ª parte)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Lua

Recordo essa noite em que assisti em directo à 1ª viagem humana à Lua. Faz agora 40 anos.
A minha homenagem aos que nesse projecto mostraram a capacidade do génio humano.
Fica o link para o site oficial desta efeméride: http://www.nasa.gov/mission_pages/apollo/40th/index.html

domingo, 31 de maio de 2009

Haydn (2)

Viena, 31 de Maio de 1809. Faleceu neste dia, há 200 anos, o compositor Franz Joseph Haydn, o Shakespeare da música, como alguns lhe chamam (Público). Com tantas páginas de notas biográficas já existentes, deixarei aqui a minha homenagem através de uma das suas grandiosas obras: A Criação. Poderemos assistir à magnífica interpretação de William Christie no canal da EMI no YouTube:


Para quem dispuser de banda larga, aconselho a visualização em alta definição (HQ)
Mais alguns links:
Mensagem de 4/3/2009
Museu de Viena (imagens da casa de Haydn)
Haydnmania (muita informação para explorar!)
HAYDN YEAR 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Dia Mundial do Livro

Poderia aqui repetir a mensagem do dia 14 de Abril (O Livro).
Estaria bem a propósito hoje, Dia Mundial do Livro.
Mas aqui deixo o site da UNESCO, onde estão divulgadas iniciativas a nível mundial.
Abracem um livro de olhos e de alma.
Ele entrará no coração!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Handel

Londres, 14 de Abril de 1759
Há 250 falecia um dos grandes génios do Barroco:
Destaco e recomendo o artigo do jornal PÚBLICO.
Inclui links para audição de algumas das suas obras.
Aqui voltaremos a falar da sua obra.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Agostinho da Silva

Agostinho da Silva, um dos maiores pensadores portugueses do século XX, faleceu há 15 anos.
Gostava de o ouvir, de reflectir com ele, e reflectir no que ele me levava a pensar. Concordasse ou não, admirava-o. Eu e o mundo. Quem não admira um homem assim?
Algumas das suas palavras:

Do que você precisa, acima de tudo, é de se não lembrar do que eu lhe disse; nunca pense por mim, pense sempre por você; fique certo de que mais valem todos os erros se forem cometidos segundo o que pensou e decidiu do que todos os acertos, se eles foram meus, não são seus. Se o criador o tivesse querido juntar muito a mim não teríamos talvez dois corpos distintos ou duas cabeças também distintas. Os meus conselhos devem servir para que você se lhes oponha. É possível que depois da oposição, venha a pensar o mesmo que eu; mas, nessa altura, já o pensamento lhe pertence. São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem

Agostinho da Silva, "Cartas a um jovem filósofo"

E visualizar algumas entrevistas no YouTube

domingo, 8 de março de 2009

Dia Internacional da Mulher

"Todos nós – homens e mulheres, militares e soldados, cidadãos e dirigentes – temos a responsabilidade de contribuir para pôr fim à violência contra mulheres. Os estados têm de honrar os seus compromissos para prevenir a violência, trazer culpados à justiça e fornecer apoio às vítimas. E cada um de nós deve falar em nossas famílias, locais de trabalho e comunidades, para que cessem os actos de violência contra as mulheres."
Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon

A ONU dedica a este dia um site especial:
http://www.un.org/events/women/iwd/2009/

quarta-feira, 4 de março de 2009

Haydn

Franz Joseph Haydn (1732-1809), um dos mais importantes compositores do período clássico, juntamente com Mozart e Beethoven. Assinala-se este ano a efeméride dos 200 anos da sua morte.
Foi justamente a música deste compositor que me despertou o gosto pela música clássica, ainda na minha pré-adolescência. Estavam lá por casa alguns discos do meu pai que eu, de vez em quando, espreitava com curiosidade. Um deles passou várias vezes pela minha mão, a capa fascinava-me! Mas um dia atrevi-me a ouvi-lo. Ah, o fascínio agora era outro! Tratava-se das Sinfonias Nº 6 "Le Matin", Nº 7 "Le Midi" e Nº 8 "Le Soir". De aparente simplicidade e de fácil audição, primam pela elegância e pelo bom gosto do estilo de composição do jovem Haydn.
Foi precisamente esta facilidade de audição que me fez pegar na Flauta de Bisel e tentar reproduzir o que ouvia, as belas linhas melódicas apresentadas nestas sinfonias que são quase concertone (sinfonias concertantes, em estilo de concerto para instrumento e orquestra).
E assim, auditivamente, aprendi o carácter de um Minueto, o que era Adagio, Allegro, etc.
Cada audição era uma autêntica lição de música!
Aqui deixo as ligações ao YouTube da Sinfonia Nº 6 "Le Matin", muito bem interpretadas pela Freiburger Barockorchester com instrumentos da época:

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Hear my prayer, O Lord

Uma pequena peça, apenas dois minutos, e tanta emoção!...
Esta obra de Henry Purcell (1659-1695), compositor de quem este ano se comemora os 350 anos do seu nascimento, foi escrita para coro a oito vozes (oito linhas vocais). É uma obra prima da música coral, um condensado do belo, do arrojado, do simples, do complexo. Está escrita de tal forma que apetece inspirar apenas no seu início e suster a respiração até expirar na cadência final.
Tenho umas quatro versões em CD, mas encontrei esta maravilhosa execução no YouTube, pelo Choir of Clare College Cambridge. Vozes brancas (sem vibrato), numa interpretação primorosa:


Vale a pena escutar outras interpretações deste coro:
Te Deum in D major, Z.232 (Part 1); (Part 2) - possível "assistir em alta qualidade".
Ouvir ainda:
Music for the Funeral of Queen Mary (Funeral Sentences) March, Z.860 - possível "assistir em alta qualidade".

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Santo Rebelde

Nos tempos da minha juventude tomei contacto com alguns textos de Dom Hélder Câmara. Fiquei intrigado com o homem que assim falava. Foi preciso muito reflectir para entender as suas afirmações como "Só as grandes humilhações nos levam ao recesso último de nós mesmos, lá onde as fontes interiores nos banham de luz, de alegria e de paz.".
No dia 7 de Fevereiro passaram 100 anos desde o seu nascimento. Em Agosto terão passado 10 anos do seu falecimento.

Impressionei-me agora a ouvi-lo falar na "Missa dos Quilombos" (YouTube). Melhor compreendo o seu desabafo: "Se eu dou comida a um pobre, me chamam de santo, mas se eu pergunto por que ele é pobre, me chamam de comunista."

As minhas felicitações ao blogue
Religionline por ser agora blogue convidado do jornal Público, e pelo serviço que presta a quem se interessa pelas religiões.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Ary dos Santos

José Carlos Ary dos Santos (Lisboa, 7 de Dezembro de 1937 — 18 de Janeiro de 1984), faleceu há 25 anos, efeméride que hoje se assinala.
A sua ligação com a música, com as canções e seus cantores, é incontornável: deixou cerca de 600 textos destinados a canções. É sem dúvida um dos melhores letristas da música portuguesa. Cantores como Carlos do Carmo, Fernado Tordo, Paulo de Carvalho, Simone de Oliveira, trabalharam directamente com o poeta.
A sua obra foi editada ao longo de 19 livros e algumas declamações gravadas.
Fica aqui um dos seus sonetos. Voltarei a Ary ao longo deste ano.

Epígrafe

De palavras não sei. Apenas tento
desvendar o seu lento movimento
quando passam ao longo do que invento
como pre-feitos blocos de cimento.

De palavras não sei. Apenas quero
retomar-lhes o peso a consistência
e com elas erguer a fogo e ferro
um palácio de força e resistência.

De palavras não sei. Por isso canto
em cada uma apenas outro tanto
do que sinto por dentro quando as digo.

Palavra que me lavra. Alfaia escrava.
De mim próprio matéria bruta e brava
- expressão da multidão que está comigo.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Poema para Galileo

Louvo e divulgo aqui a iniciativa do jornal PÚBLICO, de convidar 35 cientistas portugueses para lerem o «Poema para Galileo», de António Gedeão, iniciativa associada ao dia 24 de Novembro, Dia Nacional da Cultura Científica.
António Gedeão (quem não conhece "Pedra Filosofal") era, como se sabe, o pseudónimo de Rómulo de Carvalho, notável professor, pedagogo e investigador, que comecei a admirar ao estudar pelos seus livros de Física. Só muito mais tarde vim a saber que ele era também António Gedeão. O Dia Nacional da Cultura Científica foi escolhido precisamente para a data que comemora o seu nascimento.
Fica aqui a pág. do PÚBLICO que tem o vídeo e mais algumas ligações adicionais:

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Pe. José Kentenich - 123 anos

"Mais do que nunca, devemos agora aprender e ensinar a arte de nadar contra a corrente, apesar de toda a nossa vontade de acompanhar o tempo (...). Cada vez se torna mais importante a educação da consciência, para torná-la directamente norma obrigatória da vida e da acção. Mais do que antes, o que importa agora é educar-se a si mesmo e a outros no sentido da conquista da verdadeira liberdade dos filhos de Deus. Quer dizer, educar a capacidade e disposição de decidir por si mesmo, responsável e conscientemente, no sentido de Deus e de levar a cabo essa decisão de forma consequente e corajosa, apesar de todos os obstáculos que se apresentem no caminho."

Nascido em Gymnich, Alemanha, a 18 de Novembro de 1885, virá a entrar em 1906 na Sociedade do Apostolado Católico (Padres Pallottinos). Dois anos depois da sua ordenação sacerdotal, é nomeado em 1912 director espiritual do Seminário de Schoenstatt, onde veio a fundar o Movimento Apostólico que daí recebeu o nome. Perseguido pelo regime nacional-socialista, foi preso e passou vários anos no campo de concentração de Dachau. Após o fim da guerra, dedicou-se a fomentar o crescimento do Movimento de Schoenstatt noutros países. Faleceu em 1968, depois de ver a sua Obra examinada e finalmente aprovada pela Sé Apostólica. Sobre o seu túmulo está gravada a inscrição: Dilexit Ecclesiam (Amou a Igreja).

domingo, 2 de novembro de 2008

Bênção

Um dia para dedicar aos que já partiram. É o que a Igreja Católica nos propõem para hoje, Dia dos Fiéis Defuntos, e geralmente aceite por crentes e não crentes. Que não seja um dia vivido em tristeza nostálgica. Que seja um dia para celebrar a vida e não a morte. Um dia para esperar na vida em comunhão com todos os Santos, a extensão do que ontem, exactamente Dia de Todos os Santos, se comemorava. Deverá ser esta a diferença para os crentes. Por isso a Igreja continua a afirmar a certeza da ressurreição: Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso, entre os esplendores da luz perpétua. Descansem em paz. Ámen.
Neste dia gostaria de oferecer-vos um tema da autoria do meu amigo José Sebastião, ou Zé Primavera, que eu harmonizei, (a letra é uma oração de S. Francisco de Assis) e que o Coral Cantata Viva interpretou: Bênção