John Dowland (1563-1626): Lachrimae Antiquae (Jordi Savall - Hespérion XX)
Dos olhos me cais, redonda formosura. Quase fruto ou lua, cais desamparada. Regressa à água mais pura do dia, obscuro alimento de altas açucenas. Breve arquitectura de melancolia Lágrima, apenas.
Lindo poema
ResponderEliminargostei e deixo um beijo
ÁFRICA EM POESIA, obrigado pela visita e apreço.
ResponderEliminarUm beijo
Que lindo seu poema, com doçura na alma. Gostei muito de visitar seu blog, e te ler um pouco. Convido a conhecer o meu blog. Um abraço!
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